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Ricardo Oliveira fez duras críticas ao sistema de parquímetros implantado em Itabirito. “… Precisamos abrir essa caixa-preta…”

A Prefeitura precisa ouvir a população e esclarecer diversos pontos dessa concessão, ainda obscuros para o povo. Precisamos abrir essa caixa-preta que se tornou o Parquímetro” criticou Ricardo.

Na última segunda-feira (16), na reunião ordinária, no Plenário da Câmara Municipal de Itabirito, o Vereador Ricardo Oliveira teceu duras críticas ao Parquímetro dos estacionamentos rotativos de Itabirito. Ao usar a tribuna, Ricardo mencionou sobre requerimento que havia protocolado e aprovado por todos os vereadores, onde solicitava a convocação do Secretário Municipal de Segurança e Trânsito e do representante da empresa detentora da concessão, para que comparecessem na referida reunião a fim de prestarem esclarecimentos e informações à população. “Fiz o requerimento respaldado pela Lei Orgânica do município, solicitando a presença do responsável pela pasta e do Parquímetro da cidade, e não sei o motivo real da ausência dos convocados, já que apenas houve uma justificativa ‘verbal’, pouco antes do início da reunião. Irei olhar na Lei, dentro das minhas funções enquanto Vereador, o que eu posso fazer, por ter feito uma convocação e ela não ter sido atendida”, disse.

O Parquímetro tem sido um dos frequentes assuntos pautados pelo vereador Ricardo Oliveira na Câmara. Segundo ele, é muito importante que a Prefeitura abra um diálogo com a população e ouça as reclamações que o povo tem feito sobre o serviço. Para o vereador o atual modelo de cobrança dos rotativos, provoca dúvidas a respeito da transparência financeira. A Prefeitura precisa ouvir a população e esclarecer diversos pontos dessa concessão, ainda obscuros para o povo. Precisamos abrir essa caixa-preta que se tornou o Parquímetro”, criticou.

Entre as várias reclamações e perguntas que a população tem feito para Ricardo, ele destaca algumas:

  • O porquê da máquina não emitir um recibo, para uma possível contestação do usuário posteriormente, em caso de autuação;
  • Tempo de tolerância, já regulamentado, mas que não vem sendo cumprido;
  • A falta de manutenção das máquinas, que constantemente recolhem pratinhas e não contabilizam o tempo;
  • Será que é necessário abranger a cobrança pela cidade, conforme tem sido feito?
  • O número insuficiente de fiscais;
  • Quem são os responsáveis pela empresa?
  • Quantos empregos diretos e indiretos ela tem gerado no município?
  • Quanto ela arrecada, quanto ela paga de impostos aos cofres públicos do município e qual o destino do recurso arrecado?
  • Postura dos fiscais e da Guarda Municipal em relação às autuações indiscriminadamente.

 

Para o vereador é preciso debater amplamente estes questionamentos e contar com as sugestões e participação da sociedade. “Há muitas reclamações sobre este serviço na cidade. Não sou contra o Parquímetro, mas do jeito que está funcionando não dá certo”, finalizou Ricardo Oliveira.

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