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Premiação ambiental da Coca-Cola: Escola Henrique Michel fatura o 2º lugar e Raul Soares, o 4º   

Lágrimas de emoção, nervosismo, vibração, empenho de alunos e professores. Tudo isso pôde ser visto durante a escolha do vencedor da premiação “Minha Escola Faz Eco”, evento promovido pela Coca-Cola Femsa Brasil de Itabirito (MG) na manhã de sexta-feira (10). Cinco escolas do estado foram finalistas e apresentaram projetos ambientais para um seleto júri escolhido pela empresa. A vencedora foi a Escola Estadual João Felipe Rocha, de Nova Lima. Itabirito faturou os segundo e quarto lugares.

A instituição nova-limense levou R$ 5 mil, e o segundo colocado ganhou um tablet. Para a Coca-Cola, a iniciativa, que está em sua segunda edição, tem como objetivo disseminar a importância da preservação ambiental entre os jovens estudantes, além de fomentar a educação sustentável em toda a comunidade.

A escolha aconteceu na fábrica itabiritense. Com transporte fretado pela empresa, dezenas de alunos, lotaram os espaços reservados para o acontecimento. Um café da manhã variado para receber os estudantes e, depois de alguns minutos, centenas de sanduíches ficaram à disposição dos convidados.

Escola Estadual João Felipe Rocha, de Nova Lima

A vencedora foi a Escola Estadual João Felipe Rocha, de Nova Lima. Foto: Impacto Atual

A instituição faturou o primeiro lugar. Foi a única escola que teve somente duas alunas apresentando o projeto. Todas as outras instituições escolheram cinco estudantes. A seleção das duas alunas, feita pela escola nova-limense, teve um objetivo: Ariany e Bianca fizeram uma apresentação primorosa. O desembaraço delas e o domínio do conteúdo contribuíram para que a escola fosse a vencedora. O capricho do material produzido pela instituição só não foi maior que o da Escola Estadual Henrique Michel. Entretanto, no “conjunto da obra”, o primeiro lugar foi merecido.

A instituição de Nova Lima apresentou o trabalho “Tratamento de resíduos sólidos” que constituiu em um “minhocário” para adubação de terra (usando também restos de alimentos, além de minhocas), cestas de basquete na boca das lixeiras (para incentivar a coleta seletiva) e “lâmpadas” de garrafa pet, para o reaproveitamento de luz solar.

Escola Estadual Henrique Michel ficou com a segunda posição. Foto: Impacto Atual

Escola Estadual Henrique Michel – Itabirito

Itabirito fez bonito na fábrica da Coca-Cola. O projeto da escola itabiritense recebeu o nome “5Rs e ou destino”, de reaproveitamento da água da chuva.

Uma surpreendente maquete demonstrou como funcionaria o reaproveitamento a partir da água captada pelo telhado.

Foi a única instituição que apresentou um folder explicando o projeto. A Henrique Michel foi a segunda colocada.

Centro Estadual Maria Madalena Friche Passos (Cemma) – Brumadinho

Apresentação do Cemma de Brumadinho. Foto: Impacto Atual

A escola ficou em terceiro lugar com o projeto “Recóleo – Transformando gotas de óleo em bolhas de sabão”, de reaproveitamento do “óleo de cozinha usado” para fazer sabão e sabonete biodegradáveis.

Os estudantes lembraram que o óleo é um poluente avassalador. “Um litro de óleo contamina 25 mil litros de água de rio”, informou o banner que auxiliou na apresentação.

A intenção é que a alunos, comunidade e escola fizessem a doação do óleo que seria descartado no meio ambiente.

Escola Estadual Doutor Raul Soares – Itabirito

Escola Doutor Raul Sores, de Itabirito

A escola de Itabirito, que ficou em quarto lugar, apresentou uma placa para reaproveitamento da luz do sol com objetivo de aquecer a água. Foi a única instituição que apresentou um material já pronto para ser usado, e não uma mostra em escala miniatura.  

A placa era feita com garrafas pets com e outros materiais que poderiam ser descartados.

Escola Municipal Carmela Caruso Aluotto – Brumadinho

Escola Municipal Carmela Caruso Aluotto, de Brumadinho

Da mesma forma que a primeira colocada, a instituição que ficou na quinta posição, apresentou um projeto com várias vertentes. Trata-se de oficinas desenvolvidas pela instituição com o objetivo de envolver a sociedade. São elas: oficinas de embalagem de presentes com o reaproveitamento de caixas de leite, oficinas de compostagem (reciclagem de lixo orgânico), de sabão (que tem a intenção de produz o produto a partir de reaproveitamento de material para gerar renda), a de feitura de terrários (espécie de vasos de plantas estilizados, feitos a partir de materiais que normalmente são descartados).

              

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