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Marcelo Rebelo: Violência na UFPE mostra que a esquerda não está para brincadeira

Não causou nenhum espanto o ataque promovido por alunos esquerdistas contra uma minoria, após a exibição do documentário “O Jardim das Aflições”, sobre o filósofo Olavo de Carvalho, na tarde da última sexta-feira (27), nos corredores da Universidade Federal de Pernambuco, no Recife.

A confusão começou depois da exibição do documentário quando milicianos do Partido da Causa Operária (PCO) e da União Juventude Socialista (UJS), contrários à exposição do filme, cercaram alguns expectadores. A violência se deflagrou quando um dos estudantes, que usava uma camisa com a imagem do deputado Jair Bolsonaro, foi agredido pelos militantes esquerdistas.

Apesar de estarem em menor número, os simpatizantes da direita não se intimidaram e enfrentaram em pé de igualdade os milicianos comunistas.

Faz tempo que as Universidades Federais se tornaram centros de doutrinação do ideário de esquerda. Locais que deveriam servir para o debate democrático de ideias foram sequestrados por milicianos marxistas.

Infelizmente, a ausência do contraditório e a imposição de doutrinas esquerdistas transformaram as Universidades Federais em locais decadentes e sujos, degenerando-as às condições de seitas cujos ensinamentos não podem ser questionados, sob pena de exclusão e agressões físicas.

A esquerda nos últimos 14 anos quando esteve no poder fez um trabalho eficiente de aparelhamento e doutrinação ideológica nas Universidades Federais e a consequência disso é a surgimento de uma geração mimada, violenta e idiotizada.

Esse problema não é exclusivo do Brasil, a violência deflagrada contra uma minoria de direita na UFPE reflete a consolidação de um triste modelo no mundo acadêmico ocidental, que é a hostilidade aberta e a censura ao pensamento conservador em universidades controladas por esquerdistas.

A extrema esquerda já mostrou que não está para brincadeira e quer sangue. Fora do mundo acadêmico a violência se repete, inspirados pelos camisas pardas de Hitler e pelos ignóbeis da Antifa, aqui os camisas vermelhas, as feministas, os ideólogos de gênero promovem o caos e a violência como forma de impor sua ideologia política.

E para piorar, a mídia, em sua grande maioria, é simpatizante a estes grupos e sempre dá um jeito de ocultar a selvageria e a intimidação acobertando os verdadeiros agressores com eufemismos do tipo “protestos”, “confusões” ou qualquer coisa que não explicite a violência promovida pela esquerda.

Os conservadores, mais do que nunca, precisam se unir e não se intimidarem. Devemos seguir o exemplo dos estudantes de direita da UFPE, que mesmo em minoria não se intimidaram e deram o troco nos milicianos de esquerda.

É necessário não permitir a volta da esquerda ao poder, cuja consequência será a perda da democracia e a implantação de um regime ditatorial nos moldes bolivarianos.

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