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Ensino religioso nas escolas públicas é aprovado pelo STF. Ataque de Jean Wyllys à decisão prova acerto dos ministros

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram na última quarta-feira (27), por 6 votos a 5, que o ensino religioso nas escolas públicas pode ter natureza confessional. Isso significa que a partir de agora as aulas podem seguir os ensinamentos de uma religião específica.

Segundo a tese vencedora, o ensino religioso nas escolas públicas deve ser estritamente facultativo, sendo ofertado dentro do horário normal de aula. Fica autorizada também a contratação de representantes de religiões para ministrar as aulas.

Vale ressaltar que o julgamento não tratou do ensino religioso em escolas particulares, esse fica a critério de cada instituição.

A medida é bem vinda e merece ser comemorada, pois num período em que valores éticos e morais são postos em cheque, o ensino religioso nas escolas será um amparo para os jovens suscetíveis às péssimas influências oriundas da mídia globalista, da ideologia de gênero, da doutrinação ideológica de esquerda nas escolas, dos ataques à família tradicional, entre outros.

O ensino religioso trará para as escolas públicas valores culturais, éticos, morais e filosóficos básicos, dentre os quais, o respeito ao próximo, o verdadeiro valor da família e da importância do indivíduo para a sociedade.

Para se ter ideia de como a decisão dos ministros do STF foi acertada, poucos momentos após o resultado, a mídia vendida, a escória globalista e a extrema esquerda passaram a expelir o seu chorume contra a decisão.

E toda essa ralé vibrou quando o deputado federal psolista Jean Wyllys publicou um texto histérico em sua página pessoal atacando a medida com falácias e inverdades.

Felizmente, o tiro saiu pela culatra e o fiasco foi grande, pois o deputado foi execrado na própria página pelos próprios seguidores e pelas pessoas comuns já cansados deste embusteiro e de sua ideologia venal.

Tudo indica que a saída da esquerda do poder vai aos poucos recolocando o país nos eixos. A aprovação do ensino religioso nas escolas públicas é um exemplo claro disso. Comemoremos!

Marcelo Rebelo

Marcelo Rebelo é jornalista, relações públicas, pós-graduado em E-commerce e descontente com os rumos da política local.

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