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Eduardo Barbosa: Três coisas que você precisa saber sobre a manipulação dos movimentos sociais de minorias no Brasil

Você consegue rastrear a origem das suas ideias e consegue assumir a responsabilidade por elas? Se a resposta for não, sinto informar, mas você não é senhor ou senhora de suas vontades. Entretanto, quando você consegue identificar a origem dos pontos de vista que defende, mais chances tem de mandar no próprio nariz.

Considerando o parágrafo acima como uma premissa, pergunto: você sabe o principal motivo pelo qual os movimentos de esquerda fazem de tudo para desmanchar o conceito de família tradicional? Por que usam as “minorias”: gays, mulheres e negros em prol da “causa socialista/comunista”? Por que sempre está presente em seu discurso a ideia do “nós contra eles”?

Se você defende e apoia estas temáticas de forma consciente e tem certeza da origem destas ideias, lamento por sua má índole, pois apoia a manipulação de mentes em favor de um regime que matou mais de cem milhões de pessoas pelo mundo e ainda continua matando. Mas se na sua cabeça ainda persistem dúvidas em relação à origem das suas convicções sobre estes temas, recomendo que se esforce para sana-las. Somente assim não será simplesmente levado pela onda, seja ela qual for.

Então vamos ao meu ponto de vista em relação às questões acima:

Família tradicional – pessoalmente entendo que os marxistas e afins pretendem desmanchar o conceito de família tradicional para pôr em prática as conclusões de Friedrich Engels, que estão compiladas na obra A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. Se você acha que o formato de família tradicional é opressor, deveria perguntar: Por que os poderosos defensores da ideia de família tradicional opressora não a aplica em suas próprias famílias? (Por que será?) Não pretendo fazer uma resenha da referida obra de Engels, na qual ele argumenta que acabar com a família tradicional é fundamental para a implementação do socialismo/comunismo na sociedade ocidental. O conceito de família tradicional é uma verdadeira pedra que bloqueia o caminho dos apoiadores de Lenin, Marx, Engels e demais santos da fé comunista. Contra a família, as ações mais pesadas são gayzistas e feministas.

Gays – a estratégia é fazer os homossexuais acreditarem na “opressão conservadora” e que ser pela liberdade social é ser esquerdista, surgindo o conceito de gayzismo. Essa ideia é muito forte, uma vez que a sua estruturação é baseada no Paradoxo de Curry (entenda o paradoxo de Curry). Porém existe uma histórica contradição, pois ser socialista/comunista é querer uma ditadura nos moldes da cubana, norte-coreana, venezuelana, etc., e ser pela liberdade de escolha é ser pró liberdade e democracia, exatamente o oposto do que ocorre no regime comunista. O comunismo é totalitário e sensor de direitos, nunca existiu um “comunismo democrático” no mundo. O ícone da discórdia, Che Guevara, era o maior caçador-assassino de homossexuais que as américas jamais viram igual. Outro fato relevante é que usam como “prova da opressão” o posicionamento de alguns setores da sociedade em relação à ideologia de gênero, mas uma coisa não tem nada a ver com a outra. A questão da ideologia de gênero é científica. Várias associações de especialistas em pediatria afirmam que a adoção desta ideia bizarra no ensino infantil pode gerar danos irreversíveis ao desenvolvimento das crianças. No Brasil o movimento LGBT é usado pela esquerda como instrumento de instabilidade social: quanto mais provocações e polemicas em torno desta temática, melhor para a causa esquerdista. O financiamento é pesado e organismos internacionais tais como a Unesco despejam rios de dinheiro em ONGs que “defendem” os direitos da população LGBT para garantir que o objetivo real, como já mostramos aqui, seja alcançado.

Mulheres – Os argumentos do movimento feminista também podem ser analisados à luz do Paradoxo de Curry. A verdade é que a sua missão é formar a abjeção da cultura ocidental concernente à constituição de patrimônio e matrimonio. Com a desculpa de defender a mulher, o movimento feminista atenta contra a vida ao terem como uma das principais pautas o aborto incondicional até os 9 meses de gestação; radicalizam em relação à ideia do homem opressor e estuprador em potencial. Este movimento não quer a igualdade, quer fomentar a divisão entre mulheres e homes, bem como alimentar a discórdia enquanto for possível. Não existe limites para as feministas, tanto que esta postura lhes valeu a alcunha pejorativa de feminazes em clara referência aos nazistas. Tudo que faz alusão ao modelo de família tradicional, o movimento feminista sempre terá um argumento em contrário, independentemente de ser verdadeiro ou não, pois para essas pessoas a realidade não importa e sim a causa.

Negros – No caso dos negros, a estratégia é faze-los acreditar que são minoria, quando na verdade são maioria, posiciona-los como vítimas da sociedade e incapazes (por isso precisam de cotas, etc.), com um altíssimo grau de auto piedade e coitadismo. A culpa pelas “mazelas” é atribuída à elite capitalista, escravocrata e branca. A esquerda faz de tudo para incutir na mente dos negros um sentimento de inferioridade e incapacidade ao passo que no discurso dialético pregam a emancipação social e o empoderamento destas pessoas. É comum observarmos muitos líderes do movimento negro apresentando comportamento típico de comunistas radicais, alegando lutar pela igualdade, mas na verdade querendo usar a causa dos negros para facilitar a implantação de uma ditadura Marxista. Eles não querem a igualdade, eles querem fomentar a divisão! Negros que discordam, quase sempre são classificados pejorativamente como “capitães do mato”. Um parêntese: sou filho de um negro e 70% da minha família é negra. Infelizmente tenho que fazer essa observação pois conheço bem o Paradoxo de Curry e sei que o argumentum ad hominem é frequentemente usado contra mim.

Nós contra eles – é a forma clássica de aplicar a milenar estratégia do “dividir para conquistar”. É uma divisão social, cultural ou religiosa estimulada para manter o controle político e governamental da população alvo. Na política é usado para manter um território ou uma população dividida, facilitando a chegada e perpetuação de determinado grupo no poder. Este é o verdadeiro motivo pelo qual o discurso de luta da esquerda nunca tem fim. No discurso, qualquer esquerdista luta mais que pugilista ou praticante de MMA; lutam mais que estrofe do hino do Atlético Mineiro!

Mas todo cuidado é pouco – o que mais nos causa indignação é o apoio financeiro e político que muitos partidos de esquerda dão a grupos terroristas como o MST e o MTST, que podem ser considerados braços armados de tais partidos, um verdadeiro perigo para a estabilidade política e econômica do país. Estes grupos defendem a luta armada como a única forma de perpetuação da esquerda no poder. SAIBA MAIS CLICANDO AQUI

O fechamento do racional da esquerda é colocar todas as ditas “minorias” contra o cristianismo ou judaísmo, contra os valores judaico-cristãos, contra a moral e a ética da família tradicional, pois são estas as bases que sustentam atualmente a nossa cultura e para que comunismo seja implantado, estas bases devem ser destruídas.

Temos uma reflexão a fazer: não podemos negar a existência de fatos que corroboram alguns argumentos da esquerda em relação à gays, mulheres e negros, contudo, o domínio e uso do paradoxo de Curry nestas temáticas serve como uma lente de aumento que coloca o problema em uma escala infinitamente maior do que ele realmente é, aviltando as pessoas e fortalecendo o “nós contra eles”. Tal distorção é muito prejudicial para a conquista da equidade de direitos entre cidadãos e cidadãs e só fazem elevar o conceito da luta de classes para um nível infinitamente mais perverso: a luta da pessoa humana contra ela mesma.

É notório que cada vez mais gays, mulheres e negros estão descobrindo as reais intenções que estão por trás dos movimentos que supostamente defendem os seus direitos. É muito fácil encontrar na internet inúmeros depoimento de pessoas que se sentiram enganadas ao participarem destes grupos sem saber das reais motivações para a sua constituição. Quando percebiam que estavam envolvidas em formações radicais e extremamente violentas, saiam com muito medo ou eram expulsas ou ameaçadas por mostrarem posições e ideias divergentes dessas miniditaduras, onde o autoritarismo é a lei máxima.

A verdade é que para as pessoas engajadas na implementação do socialismo/comunismo, pouco importa as causas das ditas minorias. O que importa mesmo é como estas parcelas da sociedade podem ser usadas para o alcance do proposito maior que é a revolução comunista. Direitos individuais? Nem pensar!

Vamos ficar atentos, pois as eleições gerais de 2018 serão um divisor de águas: ou paramos a revolução que foi acelerada pelo FORO DE SÃO PAULO ou estaremos condenados a assistir a ascensão do comunismo em nosso país para nunca mais sair do poder.

Fique você sabendo que só teremos uma opção! Não há como correr para a coluna do meio! E esquerda nos colocou em xeque! Se erramos o próximo movimento, será xeque mate e estaremos derrotados!

A notícia boa é que temos chances enormes de virarmos este jogo a partir de 2019, basta que a população tenha juízo e nunca mais dê confiança políticos marxistas e para partidos como PT, PSDB, PSOL, PC do B, PDT e demais siglas ligadas às internacionais comunistas.

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