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Eduardo Barbosa: Senhores pais, fiquem de olho! Jovem, seu futuro profissional pode estar em risco!

As mentiras, digo, as versões dos fatos que estão contando para você na escola podem cobrar uma conta muito alta no seu futuro no mercado de trabalho, e você pode não conseguir pagar!

Sabe o que é o PISA? (clique aqui para ver o vídeo e entenda)

PISA é o acrônimo em inglês para Programa Internacional de Avaliação de Alunos da Educação Básica. É uma prova aplicada a milhares de estudantes entre 15 e 16 anos de 70 países, incluindo o Brasil.

Representando o Brasil, mais de 23.000 alunos de mais de 800 escolas foram submetidos ao teste em 2015 e os resultados foram divulgados no final do ano passado. Advinha o que aconteceu! Como sempre, passamos vergonha: 59º lugar em Leitura, 63º lugar em Ciências e 65º lugar em matemática.

Esta verdadeira tragédia brasileira tem como uma das principais causas o discurso politicamente engajado de muitos professores, principalmente da área de ciências humanas, que estão mais preocupados em doutrinar ideologicamente os seus alunos do que com a formação intelectual dos discentes sob sua tutela.

Hoje em dia temos facilidade em encontrar centenas de relatos de casos de abusos da chamada Liberdade de Cátedra, que é o direito do professor de lecionar a sua matéria conforme a metodologia de sua escolha, mas ora bolas, um professor de química, por exemplo, não pode se aproveitar da presença obrigatória de seus alunos para passar quase toda a aula falando de sua preferência pelo PSOL ou sua afinidade pelo projeto de poder (governo) do PT, mesmo fora da época de eleição, etc.

A liberdade de ensinar deve estar a serviço de um direito constitucional muito maior, que é a educação e o direito de aprender do aluno. Estranhamente estamos vendo diversos professores reagindo de maneira desproporcional a um projeto de lei que obriga a fixação de um cartaz em sala de aula com as obrigações do professor segundo a nossa constituição e a convenção americana de direitos humanos. São deveres bem básicos como: Não fazer propaganda política e não ridicularizar as crenças religiosas dos estudantes.

Uma ressalva: outros estudos mostram que a maioria dos professores politicamente engajados sequer fazem ideia de onde vem suas convicções, não agem com má intenção, pelo contrário, a intenção é sempre a melhor possível e a preocupação é sempre com o bem-estar e desenvolvimento dos alunos. Acontece que a hegemonia do pensamento esquerdista dentro do mundo docente não os permite perceber o que está por trás dos métodos apresentados pelo “Patrono da educação brasileira” Paulo Freire e que são habilmente utilizados pelos governos de linha socialista, seguindo as diretrizes de Antônio Gramsci, como estratégia de ocupação de espaços nas escolas, mídia, artes, etc, visando a tomada do poder, implementação e perpetuação do socialismo/comunismo no país (O socialismo/comunismo é um regime tirano que já matou e ainda mata milhões de pessoas pelo mundo, cerceador dos direitos e das liberdades individuais).

Recentemente, alguns comentários de professores e militantes de partidos de esquerda de Itabirito em relação a um post sobre o projeto escola sem partido me chamaram muito a atenção. Um deles dizia: “Itabirito, 13 de setembro de 1323” em alusão à época conhecida como idade média, ou seja, ele quis dizer que quem defende a escola sem partido está retrocedendo para uma visão de mundo atinente a vários séculos passados. Outro comentário postado por um conhecido arquiteto da cidade afirmava que Galileu Galilei foi mandado para fogueira, ou seja, dois fatos que não existem e que induzem as pessoas a pensarem de forma equivocada.

Ensinar e aprender o que não existe em nome de uma causa ou projeto de poder certamente deixará muitas pessoas prejudicadas, principalmente os jovens que chegam despreparados ao mercado de trabalho no mundo real, que é diferente da utopia socialista e da nostalgia comunista. A realidade mostra que estes jovens terão que competir pela sobrevivência com pessoas mais bem preparadas intelectualmente, portanto podem colher os frutos podres da má educação politicamente engajada.

Se você é pai ou mãe, interessados na boa formação dos seus filhos, fiquem atentos a alguns sinais que podem indicar uma educação politicamente engajada, ou seja, prejudicial à formação do jovem:

Verifique o cabeçalho das provas de seus filhos. Se no lugar da palavra ALUNO estiver escrito ALUNX, isso significa que os professores da escola dos seus filhos entendem que o gênero da palavra é opressor e que isso poderia prejudicar a formação do caráter pessoal e cidadão dos alunos e alunas (ALUNXS) como pessoa. Claro que isso não é verdade e é apenas uma estratégia rasteira para que a ideologia de gênero seja abordada na escola.

Para avaliar a profundidade do conteúdo passado e retenção de conhecimento histórico, outro teste pode ser feito: se seus filhos já forem maiores de 10 anos, pergunte qual é o significado das cores da bandeira do Brasil. Se a resposta for que o verde representa as nossas matas, o amarelo as nossas riquezas minerais ou o ouro, o azul os rios o céu, o mar e o branco a vocação pacifista do nosso país, sinto informar, mas a resposta está apenas 20% correta, indicando uma passagem de informação histórica muito superficial.

A questão da bandeira do Brasil é emblemática, pois traz à tona os efeitos da influência da pedagogia freireana na educação, bem como a noção do resultado da estratégia gramscista para o domínio do discurso: problematizar, contextualizar, ressignificar e desconstruir – quatro ferramentas da hermenêutica que permitem que a história seja interpretada conforme os interesses da “causa socialista/comunista”.

As verdades sobre as cores da bandeira nacional remontam à troca dos símbolos pátrios após a proclamação da república, 37 anos antes de Antônio Gramsci começar a escrever a obra “Os Cadernos do Cárcere”. Na época do golpe militar de 1889, D. Pedro II tinha aproximadamente 90% de aprovação da população em geral. Por este motivo o golpe (o verdadeiro, pois 2016 não foi golpe) não teve participação popular. Para que a população não sentisse tanto o impacto da mudança, uma das providencias foi alterar a bandeira imperial, substituindo o brasão do império por um círculo azul com estrelas, bem como fazendo pequenas alterações na proporção da bandeira. Portanto, o retângulo verde simboliza as cores da Casa de Bragança, em Portugal; a sobreposição com o losango amarelo simboliza a união da casa de Bragança à Casa de Habsburgo (a Imperatriz Dona Leopoldina era, originalmente, Habsburgo) O círculo azul com estrelas, que originalmente era uma faixa Azul, simboliza as províncias do Império. É sempre interessante lembrar que a maior das estrelas era a do Grão Pará, que era formada pelos atuais estados do Pará e do Amazonas. O branco é apenas composição. Aprendi isso na época do professor Ivacy Simões, que dava aulas de história no Industrial.

O aluno não saber dessa versão da história pode ser um sinal de que o ensino está sendo feito pela metade, muitas vezes seguindo diretrizes do MEC, por isso é importante todos ficarmos atentos ao que está sendo proposto na Base Nacional Comum Curricular. Se essa diretriz for aprovada do jeito que está pelo atual governo, as coisas podem piorar bastante no que se refere à qualidade da educação no Brasil, pois podemos nos tornar em pouquíssimo tempo a maior linha de produção de imbecis do mundo.

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