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Eduardo Barbosa: Entenda a relação dos jogos FPS com o comunismo/socialismo

Jogos táticos em primeira pessoa, tais como Battlefield 4, Overwatch, Halo, Arma 3, etc, são excelentes vacinas contra o vírus socialista/comunista, pois diminuem sobremaneira as chances de que os cérebros dos jogadores, em maioria jovens, sejam infectados com esse mal. E o motivo é bem óbvio: quem consegue entender e jogar bem estes FPS adquirem naturalmente a habilidade de colocar-se no mundo em primeira pessoa, além de desenvolver um senso tático incomum, pois consideram a importância do trabalho em equipe, o senso de interdependência, mas mantendo a percepção de que no final, as decisões individuais é que fazem a diferença entre ganhar ou perder. Dificilmente tornar-se-ão pessoas que irão colocar-se na posição de vítimas da sociedade.

Não faz sentido buscarmos o bem comum sem considerarmos o bem próprio. Por esse motivo, a lógica coletivista proposta pela filosofia socialista/comunista deixa de fazer sentido, uma vez que não é algo natural ao ser humano. Os jogos em primeira pessoa treinam o cérebro no nível subconsciente a não cair na cilada coletivista.

O mestre dos mestres nos ensinou: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. (Mc 12:31)

Por considerar que “amar a ti mesmo” é um princípio que deve ser combatido e desestimulado a qualquer custo, o coletivismo bate de frente com este precioso ensinamento, que pela simplicidade, é a chave da vida harmoniosa entre as pessoas e para uma sociedade justa e livre. É o ápice da inteligência social.

Nas escolas, o grande problema é a pedagogia socioconstrutivista, imbuída em convencer as crianças desde cedo de que pensar no coletivo é mais “nobre”, “virtuoso” e “correto” do que pensar e agir por conta própria.

A sistemática de produção de imbecis em massa, conhecida como pedagogia freireana ou simplesmente socioconstrutivismo, procura suprimir os “desejos egoístas pelo saber” dos alunos para que possam colocar à frente os objetivos do coletivo, promovendo a socialização do “aprendizado”.

Se você tem idade inferior a 35 anos e estudou pelo menos até o ensino médio, certamente se lembrará dos inúmeros círculos formados em sala de aula para que o saber coletivo aflorasse. Normalmente quase todo mundo da “rodinha” viajava na maionese, não aprendia quase nada e o precioso tempo que não volta mais estava perdido para sempre…

Resultado prático: ensino de péssima qualidade!

Alguns intrépidos defensores do socioconstrutivismo argumentam que o resultado das escolas federais é comparável aos de escolas em países como Coreia do Sul, Dinamarca, Japão, etc, etc, mas omitem o fato que para um aluno entrar em um instituto federal é preciso o mérito individual, pois há um processo seletivo e o foco dos aprendizes é o mercado de trabalho. Estão ali para aprender matérias técnicas ligadas às ciências exatas em maioria e há pouco espaço para o ensino de matérias relativas às ciências humanas. Neste caso, a probabilidade de haver professores politicamente engajados nas escolas técnicas é muito menor.

Felizmente a onda “reacionária” está ganhando força e a petição para que a revogação da lei 12612, que institui Paulo Freire como patrono da educação brasileira, já atingiu o número mínimo de apoios e será debatida no Senado Federal. Se você quiser assinar, clique aqui

Paulo Freire não mediu esforços para confundir as pessoas em relação ao individualismo. Exemplo: É bem comum que em jogos escolares todos os participantes ganhem medalhas para que a competitividade e a individualidade não sejam estimuladas.

A Pedagogia da Autonomia foi a sua última obra publicada em vida. Nela encontramos o seguinte racional: “…como professor, tanto lido com minha liberdade quanto com minha autoridade em exercício, mas também diretamente com a liberdade dos educandos que devo respeitar e com a criação de sua autonomia, bem como com os ensaios de construção da autoridade dos educandos…”, ora, se os professores são autoridades e se os alunos são autoridade, quem é afinal autoridade? Ninguém? Quando essas relações são horizontais, obviamente o professor vira um coleguinha dos alunos (coisa linda hein?). Simplesmente não tem lógica, isso é impossível de acontecer.  

Por fim, Freire incita a rebeldia dos filhos contra os pais, afirmando: “…a liberdade amadurece no confronto com outras liberdades na defesa de seus direitos em face à autoridade dos pais, do professor e do estado…”

Tomar a “vacina” dos games pode ser uma boa coisa, pois estudos mostram que filhos ligados ao mundo Geek tendem a ter QI mais alto, focam melhor os assuntos de interesse e valorizam mais a meritocracia, ou seja, eles de certa forma desenvolvem uma proteção natural contra a doutrinação ideológica dentro das escolas.

Senhores pais, deixem os seus filhos jogarem… sem exagero, é claro!

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