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Eduardo Barbosa: Associação de pediatria dos EUA declara-se formalmente contra a ideologia de gênero

A segunda semana de outubro de 2017 começou com uma ofensiva explicita da maior corporação empresarial do setor de comunicação do Brasil contra o posicionamento da AMERICAN COLEGGE OF PEDIATRICIANS em relação à chamada “queer theory” ou simplesmente Ideologia de gênero. Clique aqui para ver em português ou clique aqui para ver o original em inglês.

Na tentativa de arrefecer a revolta que está tomando conta da sociedade brasileira em função da exploração de crianças ainda na primeira infância, visando o cumprimento de metas escusas cujo propósito é a implementação de um novo modelo de sociedade no Brasil, o segmento de TV aberta da corporação citada acima dedicou boa parte do tempo de duração de suas revistas eletrônicas para eufemizar, digo, “passar pano” no que vem acontecendo recentemente, que é a exposição de crianças ao nu de adultos estranhos em performances artísticas, apologia à pedofilia em exposições de arte, etc. Até mesmo um fabricante de sabão em pó resolveu pegar essa onda (e parece que se deu mal). Posso garantir que tais ações não são isoladas ou estão ocorrendo por mero acaso.

Mas por que de uma hora para outra as nossas crianças tornaram-se os alvos destes movimentos que forçam a mudança cultural da sociedade?

Para obter a resposta a esta pergunta, primeiro precisamos analisar o que está acontecendo na atualidade e como nós, pessoas comuns, estamos inseridas neste contexto.

O que está rolando hoje no Brasil é uma tentativa de reengenharia social, pautada por seguimentos não governamentais poderosíssimos ligados à movimentos globalistas, visando a implementação do socialismo/comunismo no Brasil através do Marxismo Cultural. Traduzindo: querem testar um novo modelo de organização social em nosso país e as cobaias somos nós, nossas crianças e as nossas famílias em geral.

A lógica por trás disso tudo é a seguinte: para que um novo modelo de sociedade seja implementado, é necessário remover o modelo atual, que segundo os esquerdistas, trata-se de um sistema opressor pautado pela moral cristã e que precisa ser “desconstruído” o quanto antes, e alterar a maneira como criamos e educamos os nossos filhos é fundamental para o alcance dessa meta.

Mas o que as crianças têm a ver com isso? A resposta é relativamente simples: mexer com crianças é uma eficaz e eficiente maneira de testar a resiliência da população em relação às mudanças propostas neste processo de reengenharia social, ou seja, baseados nos dados de como a sociedade atual reage à algumas ações tais como QueerMuseu, Performance La Bete no MAN em SP, Exposição de sexo explícito no Palácio das Artes em BH e até mesmo o engajamento publicitário de grandes corporações (caso da detentora de uma famosa marca de sabão em pó), tais organizações conseguem planejar os próximos passos rumo ao socialismo/comunismo, ou seja, essas ações envolvendo crianças servem como uma espécie de sondagem para detectar o nível de aceitação às mudanças comportamentais que nos serão impostas gradativamente.

O Mestre dos Mestres nos ensinou: “…Em verdade vos declaro: se não vos transformardes e vos tornardes como criancinhas, não entrareis no Reino dos céus. Aquele que se fizer humilde como esta criança será maior no Reino dos céus. E o que recebe em meu nome a um menino como este, é a mim que recebe. Mas, se alguém fizer cair em pecado um destes pequenos que crêem em mim, melhor fora que lhe atassem ao pescoço a pedra de um moinho e o lançassem no fundo do mar. Ai do mundo por causa dos escândalos! Eles são inevitáveis, mas ai do homem que os causa!”  Mateus 18 : 3-7.

Como a nossa civilização ocidental tem como fundamentos a cultura judaico-cristã, partir para cima das crianças produz um resultado de sondagem comportamental fenomenal para os psicopatas que defendem regimes socialistas/comunistas e que estão por trás das ações que testemunhamos nestes últimos meses aqui no Brasil, pois abusar e maltratar crianças fere-nos a alma.
Como não concordamos com o que está acontecendo, só nos resta duas coisas a fazer:

  • Reagir boicotando os produtos, as marcas e às corporações que apoiam a ideia de desmontar os nossos valores e,
  • Ignorar os comandos de mudança comportamental propostos pela grande mídia. Não dar audiência à novelas e atenção aos artistas politicamente engajados e comprometidos com a esquerda, bem como a programas de variedades que destacam e apoiam a agenda esquerdista.

As eleições gerais de 2018 no Brasil estão chegando e para darmos um poderoso contragolpe aos nossos opositores nesta guerra cultural, basta observarmos e considerarmos que quem a grande mídia chamar de ameaça, na verdade é a nossa esperança e quem por ela for explicitamente ou veladamente defendido, certamente é a nossa perdição.

Precisamos exigir que o Brasil deixe de fazer parte da UNESCO.
A nossa bandeira jamais será vermelha!

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