BrasilDestaque

Opinião: Democracia sai fortalecida no episódio Santander

É pura maldade o que tem sido divulgado pelo mainstream, representado pela grande mídia, pelos LGBTs, pelos adeptos da Lei Rounet e pelos bolivarianos petistas, de que a exposição “Queermuseu” do Santander Cultural foi vítima de censura praticada por segmentos conservadores da direita.

Trata-se de estratagema canalha, que tenta tachar um movimento democrático de censura e demonizar setores da sociedade que ficaram ofendidos com o mau gosto das peças e com os ataques praticados à religião católica pela exposição.

O primeiro ponto é não ter havido qualquer tipo de censura e sim um boicote à mostra, pois ficou claro que muitos consideraram inapropriado o conteúdo sexual do evento, composto por pedofilia, zoofilia e vilipêndio a símbolos cristãos, além do absurdo de crianças terem sido expostas a ele.

Graças à rapidez da disseminação de informações e ao alcance ilimitado da internet, pessoas e entidades representativas se deram conta de que sua indignação era generalizada e passaram a fazer suas vozes serem ouvidas contra a exposição.

O Santander, uma empresa capitalista movida pelo lucro, viu rapidamente que insistir com a exposição seria péssimo para sua imagem e pior ainda para suas finanças e decidiu cancelar a mostra e se desculpar.

O que houve foi nada mais do que um conflito nas redes sociais entre pontos de vista diferentes, culminando com a chegada a uma conclusão pacífica.

Ou seja, nada de censura. Isso teria ocorrido se um censor, quase sempre estatal, proibisse por meio do poder político algo por não querer que outras pessoas tivessem acesso àquilo.

No caso do Santander, a exposição, que buscava “causar reflexão”, teve como “conclusão da reflexão” um repúdio por parte da sociedade insatisfeita com o acesso de crianças a obras enaltecendo a pedofilia e a zoofilia, com financiamento público. Ou seja, tratou-se de um projeto de marketing cultural mal feito, boicotado e não censurado.

Segundo ponto e o mais importante é que a mostra foi cancelada pelo próprio Santander ao reconhecer o erro e ter entendido, segundo nota oficial emitida, que as obras expostas “desrespeitavam símbolos, crenças e pessoas, o que não está em linha com a nossa visão de mundo“.

O cancelamento da exposição foi o estopim para que o chorume exalado pelos carniceiros do globalismo e do politicamente correto chegasse à grande mídia. Na verdade essa indignação toda é apenas falácia e Fake News. A revolta desses grupos, alinhados com o pensamento de esquerda, é com o fato de que a sociedade disse não a essa cruzada de ataque aos valores cristãos e familiares.

O que incomodou aos LGBTs, às feministas e aos partidários do deputado federal Jean Whyllys, esses sim os verdadeiros autoritários, foi o simples fato de o cidadão questionar o destino do dinheiro de seus impostos, como também causou-lhes ojeriza a união de pessoas comuns contra a depreciação de seus valores.

A arte é subjetiva e feita para promover a discussão de pensamentos e ideais. E quando ela é feita com o intuito de chocar, achincalhar e agredir, seus autores devem estar preparados para as críticas. Isso é parte do jogo democrático.

E no caso do Santander e sua equivocada mostra “Queermuseu”, quem foi contra o jogo democrático foram os canalhas de sempre: os defensores da ideologia de gênero, os partidários da doutrinação ideológica nas escolas, os desejosos pela implantação do bolivarismo petista e os praticantes do vilipêndio aos valores cristãos e familiares.

Na realidade, quem saiu realmente fortalecida nesse imbróglio todo foi a democracia.

 

Marcelo Rebelo

Marcelo Rebelo é jornalista, relações públicas, pós-graduado em E-commerce e descontente com os rumos da política local.

Artigos relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Close

Adblock detectado

Por favor, considere apoiar-nos, desativando o seu bloqueador de anúncios